Um Amigo Chamado Orlando

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Há pouco tempo que nos conhecemos, e virtualmente, vamos trocando mensagens sobre vídeos e fados. E ele é um artísta, de muita sensibilidade apurada e então teve a ideia de me propor, cantar este tema porque ele tinha uma ideia para a arquitectar o vídeo e no que a música e letra transmitiam de mensagem. E Ele aí está! Acabou há pouco de mo enviar. e está lindo, o que me levou a pedir-lhe para o colocar aqui para aqueles meus amigos que sempre fazem a delicadeza de me visitar o apreciem.
Um abraço ao Orlando e parabéns pelo vídeo, eu apenas coloquei a voz, todo o trabalho e ideia é dele. Muito Obrigado

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6 thoughts on “Um Amigo Chamado Orlando

  1. Desculpe, meu Amigo, mas a criadora do “Mãe Preta” foi a Mª da Conceição, que trouxe esta composição do Brasil e a gravou ( eu, por sinal, tenho esse vinil- escapou à censura…) e que foi proibida; com a mesma música e letra do David Mourão-Ferreira, Amália criou depois o “Barco Negro”. “Mãe Preta” é da autoria, precisamente, de Caco Velho e Piratini.
    Saudações fadistas
    OP

    • Querida Amiga Ofélia , consigo nem vale a pena por em causa o que afirma, pois sei bem o documentada que está, já disse ao Orlando de seu comentário, o vídeo é dele, e realmente como é costume dizer” o seu a seu dono”. Obrigado e sempre aquele abraço amigo.

  2. Sublime! Amália é uma das minhas muitas paixões – sei como a vida é interessante e fácil de viver quando conseguimos estar apaixonados!
    E esta “Mãe Preta”, ao despertar Gondarém, neste recanto paradisíaco, com a ilha dos amores ao fundo, tem um sabor especial!
    Obrigado, Américo, regressarei a LIsboa mais enriquecido!
    São estes pedaços da vida que me ajudam a compreender a pobreza franciscana que sempre invejei e nunca tive coragem de abraçar!
    Serei uma visita assídua deste Kalunga!
    O abraço fica para depois do pequeno-almoço!
    manuel-antónio
    (para ti o sempre “Caneco”

    • O Manuel António, é da minha criação, crescemos debaixo do mesmo teto e nos formamos homens na Obra do Padre Américo, ele é um dos rostos onde seus colegas de então e de agora, teem onde se guiarem. Depois de saír da Obra, teve a coragem, o empenho e a força, para se formar e doutorar-se e chegar a ser referência cimeira na empresa onde está, começou um Blog há pouco tempo ” Não há Rapazes Maus” visitem que vale a pena e sintam a gradeza de alma, que é este meu colega. Esteve cá em visita com a esposa e filha, mais o Santos Silva e família ,colega também desde criança e que falarei depois num post que estou e elaborar. Um abraço

  3. A D. Ofélia afirma que não foi Amália Rodrigues a primeira intérprete deste fado e eu admito que tenha razão (sou apenas um apaixonado pelo fado e longe de mim a ideia de ser um “expert” em História do Fado e, por isso talvez, nunca ouvi, lamentavelmente, a fadista M. da Conceição), porém, o que lembro remonta ao final da década de cinquenta, do século passado, quando deslocando-me para a escola no carro operário, a partir da Praça da Figueira, em Lisboa, e no qual viajavam os estivadores que trabalhavam no cais da Rocha Conde de Óbidos, os ouvia trautear os versos deste poema e referirem-se a Amália Rodrigues, que adoravam, como sua intérprete. Acrescento apenas que tenho informação de que Amália gravou em Espanha, no ano de 1958, um disco (em vinil) que a censura do regime proibiu e que incluía o “Mãe Preta” de Piratini e Caco Velho que escreveram este poema em 1954.
    Se a edição deste vídeo, com a colaboração do Américo melindra alguém, apresento, desde já, as minhas desculpas.
    O meu objectivo ao editar alguns vídeos com histórias contadas a ilustrarem fados cantados é o de colaborar, à minha maneira, no desenvolvimento do gosto pelo fado mas se, ao contrário, isso melindrar alguém, pararei de imediato.
    orlando

  4. Se alguém se melindrou, eu não fui! Apenas dei a informação que tenho, como o Sr. Orlando deu a que tinha; e, isto, meu amigo, “quem dá o que tem a mais não é obrigado!”. Eu também não sou expert de nada, muito menos de Fado; aliás, nem sei se o Fado terá algum/a expert!…
    Acerca do tema em causa, mantenho o que afirmei e, que eu saiba, a única fadista, para além da Mª da Conceição, que gravou o tema original, foi a Isaura Gonçalves. Mas a Amália gravou tanto, que bem pode tb. tê-lo gravado! mas não conheço; só conheço, como referi, a gravação do “Barco Negro”, que é o mesmo tema musical, mas com uma letra diferente, da autoria do D.M-F.
    Creio que estes blogues sobre fado, dos quais o meu foi um dos primeiros a aparecer (nasceu em Abril de 2005), mas que agora já são bastantes, felizmente, devem ser um ponto de encontro dos amantes do Fado e de divulgação do mesmo, de acordo com as fontes mais seguras. Quando se procura o saber e a verdade, muitas vezes tropeçamos em erros; eu já tenho dado cada escorregão! Por isso, gostaria que o Sr. Orlando visse a minha intervenção numa perspectiva académica; como diz o povo “Da discussão, nasce a luz”.
    É claro que os seus vídeos serão muito interessantes, contando as histórias que o Fado canta; eu própria comecei tb. a editar alguns, nessa perspectiva, em Abril de 2007, logo que consegui “dominar” a técnica do vídeo. Agora, há já muitos, mas nunca serão demais! Por isso, espero que o Sr. Orlando continue , colaborando com a grande comunidade fadistófila, na divulgação e descoberta do Fado.
    Que a minha intervenção não seja tomada como uma abelhudice, causadora de algum mau estar entre os que frequentam este sítio do n/ Amigo Américo!
    Boa Páscoa para todos!
    OP

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