Dª Ofélia

TiaMacheta  Uma Amizade, que por via do Fado se enraizou, e que devo prestar-lhe aqui merecida homenagem, pois esta Senhora foi das primeiras a aparecer na Net com um Blog dedicado ao Fado.

Muito bem elaborado, com documentos que são autênticos pergaminhos, lutando pela verdade e raízes desse fado, trazendo à lembrança de todos nós, quem foram os cabouqueiros da chamada canção Nacional, e não se limitando aos fadistas interpretes, mas a todos que envolve o fado como poetas, escritores guitarristas, locais etc….

Aprendi com Ela esse preito de reconhecimento pelo Passado, e que faz parte da História do Fado. Com vitalidade assombrosa, acaba de criar novo Blog, este dedicado a Lisboa, muito sugerente, com percursos e fotografias dessa Lisboa e sua luz. Amiga Ofélia, queira aceitar a gratidão daqueles que reconhecem o seu trabalho e dizer-lhe sinceramente. Bem Haja e Obrigado. Um beijinho . Américo

Seus Blogues :

http://fadocravo.blogspot.com/

http://olhai-lisboa.blogspot.com/

À Saudade de Um Amigo, que já Partiu

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A TiaMacheta no seu Blog “FadoCravo” lembrou há pouco um Fadista, de quem fui amigo em Àfrica , o Vasco Rafael . E foi a ele quem primeiro ouvi cantar este poema de outro amigo o João Fezas Vital.

 Fiz uma versão diferente, já existem tantas , mas penso ter sido o Vasco o primeiro a gravar, este “Esquina de Rua” e que lhe dedico, num simples gesto de saudade, e ele que tão novo partiu, decerto lhe rolará uma lágrima por sentir que  os amigos se lembram dele.

 Descansa em Paz Vasco, e um até daqui a bocado. Um abraço Américo

Fado / Madalena Ferraz

Madalena Ferraz

  Depois de Amália, quem  mais gosto de ouvir cantar  o “Primavera” é a esta Senhora , que se chama Madalena Ferraz. –  Fadista de pura cepa que nos faz, sentir fado quando ouvimos sua voz, ao rendilhar os versos com o seu cantar.  Letra de Fernando Peres e música de Pedro Rodrigues. Meus Amigos canta Madalena Ferraz. Um abraço. Américo

Carlos Barra / Uma Saudade

CBarra  Volto pela terceira vez com um vídeo de Carlos Barra, Fadista que já partiu ,e que deixou imensas saudades, naqueles que gostavam de o ouvir. Como poucos sabia como dividir os versos, e nenhuma palavra ficava por entender, além de uma voz castiça e bem timbrada. Nesta recordação saúdo sua viúva a Dª Romy Barra, assim como a filha Ana Barra e a enteada Rute Vieira, amigas que me escrevem com muita simpatia e carinho que agradeço, e prometo continuar nesta minha caminhada, de lembrar aos novos , grandes  Nomes do Fado que não se escutam e que tanto desbravaram caminhos para os de agora, e que devemos recordar com gratidão. Um abraço. Américo

Francisco Pessoa / Fado

FPessoa  Ao ouvir este Fadista, que anda pela minha idade, e que se mantém retirado, sinto pena, porque é um valor que não temos assim tanto por aí. Com este já é o 6º. Vídeo Clip que edito dele, porque gosto da maneira e da abordagem como ele trata os versos, e que além de ter uma voz muito própria, um pouco velada, que dá ao fado, um perfume diferente e castiço, eu como dizia, procuro que se lembrem dele e que os amantes de Fado tenham ocasião para o recordar. Pois meus amigos, silêncio que canta  Um Fadista – Francisco Pessoa.

Américo / Oh Razão da Minha Vida

Da poetisa Ribatejana Maria Manuel Cid, este fado que em tempos foi sucesso na voz de António Mourão. – Video ilustrado com fotografias minhas de vários anos em noites de fado em minha casa, algumas já com vinte anos , outras com dez e algumas  mais recentes. São  as ” Noites no Kalunga” Um abraço

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Do Blog “Não há Rapazes Maus” Transcrevo

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Crise? Para quem?
As revistas semanais de hoje referem os salários de alguns gestores quer da banca quer de empresas onde o Estado é o maior accionista. Salários acima de um milhão de euros por ano! Devem ser uns gestores brilhantes, pensei com ironia! Reflecti melhor, pois não queria estar a olhar para um bando de malfeitores, pois um deles até considerava demagogia falar dos seus chorudos salários. Li e reli perplexo! Afinal todos são ora banqueiros (a quem o Estado acaba de evitar que se afoguem na crise que atingiu a banca) ora gestores de empresas que têm o monopólio do sector em que actuam. Qual a virtude de ter bons resultados, nestas condições? E será que justificam vencimentos tão escandalosos, quando o número de desempregados não cessa de aumentar sem que mexam um dedo para atenuar este flagelo?
Começo a compreender porque temos o crédito mais caro, a energia eléctrica e o combustível mais caros, o acesso à internet mais caro e outros bens com preços pouco competitivos – fraca produtividade de quem trabalha, porque quem gere é iluminado! Mercenários competentes tomaram conta da gestão das empresas perante a apatia dos governantes, que ora estão no Governo da Nação ora estão como Gestores (mentes) Brilhantes!
Compreendo, também, que considerem como inveja qualquer crítica a este estado de coisas, que é no mínimo chocante! Se ao menos fossem empresários de sucesso! Espero que não sejam apenas mais uns mercenários bem sucedidos, tornando estas notícias uma versão moderna do Ali Bábá, como ilustrada pelos casos BNP e BPP, também com gestores de excelência, merecida e generosamente remunerados.

(Caro Manuel António, parabens pela actualidade do assunto, não resesti e com a devida vénia o transcrevi, para os meus amigos. Um abraço. Américo