Deolinda Rodrigues / Portas Fechadas

Uma pequenina homenagem á saudosa Deolinda Rodrigues, que há poucos meses, partiu para a derradeira viagem. Logo nessa altura, disse para mim, que tinha de fazer um dos meus pequeninos trabalhos para a relembrar. Aqui está, e num fado dos que mais gostava de lhe ouvir. Conheci-a pessoalmente em 1964, quando da opereta Nazaré no Parque Mayer, conversamos, tinha eu 23 anos, ela tinha mais 16, entre outras coisas desfez o boato que circulava de que era prima de Amália, e não era.Guardo dela o estigma de alguém que podia ter sido algo mais na sua carreira, figura bonita no cinema e de trato afável. Descanse em Paz Deolinda!