Quanta verdade há neste texto de Agostinho Maciel

No meu país …….
No meu país ouço (sempre os mesmos) falar mais em greves que em trabalho.
No meu país só dois sindicatos têm voz na comunicação social, a CGTP e a UGT. A todos os outros calam a voz.
No meu país os grevistas (com ou sem razão) são sempre os mesmos, e até são os que auferem melhores salários e têm melhores condições de vida.
No meu país quase todas as greves são às sextas-feiras.
No meu país ninguém dá a mínima importância aos trabalhadores que ganham o ordenado mínimo nacional, sendo olhados como sendo a ralé.
No meu país os velhos são desprezados.
No meu país não há licenciados, só há senhores doutores.
No meu país as pessoas são afáveis e boas.
No meu país há muito sol durante todo o ano.
No meu país há muitos gatunos a gerir a causa/coisa pública, que fazem desfalques sucessivos que o pacato povo repõe.
No meu país há ladrões legitimados pelo poder que entram pobres nos cargos e saem dos mesmos com fortunas de muitos milhões sem que haja quem se preocupe com a proveniência da tanta riqueza.
No meu país é crime (e bem) maltratar os animais e não é crime expor os velhos ao abandono.
No meu país o crime continua a compensar.
Apesar de tudo, continuo a amar Portugal e gosto muito de cá viver.
Ai meu país, meu país……
Agostinho Maciel

Anúncios
Posted in 1.

Beatriz da Conceição / O Meu Fado

Com a saudade ainda viva por nos ter deixado há pouco, Relembro Beatriz da Conceição em um dos seus temas marcantes “O Meu Fado” com letra de Moreira da Cruz e música de José António Sabrosa., com o conjunto de Guitarras de Fontes Rocha e arranjos e direcção de Orquestra de Thilo Krasmann. Bom Natal para Todos

Peço perdão mas não sou aficionado aos Touros nem ás Touradas, mas este fado conta um facto histórico e  real e como gosto do fado, aqui vai em vídeo. Procurei nas imagens não ser explicito para não ferir sensibilidades dos que amam os animais e defendem suas vidas. Um abraço a todos.!

Posted in 1.

António Passão / Eu Sou Saudade

António Passão, Fadista, homem da Cultura e da Rádio, além de escritor, canta-nos este fado canção da parceria de tantos êxitos Manuel Paião e Eduardo Damas. É acompanhado pelo saudoso, José Fontes Rocha na guitarra mais o seu neto Ricardo Rocha e na viola de Fado Manuel Martins. No coro estão amigos do António Passão – Um abraço Américo

 

Posted in 1.

Alberto Ribeiro – Mondego

Com a devida vénia transcrevo do amigo Miguel Ângelo Catarino a nota explicativa deste tema que vem no seu canal onde já publicou este audio. Com um abraço de agradecimento para ele aqui vai: ” Esta gravação data de 1961 e pertence à Banda 2 da Face B do disco EP de 45 R.P.M. editado pela marca “Alvorada”, etiqueta da “Rádio Triunfo”, intitulado “Alberto Ribeiro – Soldados de Portugal”, em que Alberto Ribeiro, acompanhado pela Orquestra Ligeira da Emissora Nacional, dirigida pelos maestros Tavares Belo e João Nobre, interpreta grandes êxitos do seu reportório. Esta canção, da autoria de João Nobre, é a seguir a “Coimbra” o seu maior êxito, ao lado de “Senhora da Nazaré” e “Fado Hilário”. Este fado-canção intitula-se “Mondego” e foi um dos grandes êxitos da música portuguesa dos anos 40. A canção já tinha sido gravada em 1947 para um disco de 78 R.P.M. editado pela marca “His Master’s Voice” da “Valentim de Carvalho”, cuja gravação foi uma das mais transmitidas na rádio portuguesa. Mais tarde, em 1957, a gravação foi reeditada num LP de 33 R.P.M. editado pela mesma marca, em que foram editadas quatro gravações de Alberto Ribeiro e quatro gravações de Fernanda Peres. A gravação original perdeu-se no tempo e só resta esta gravação, feita para a “Alvorada”. Alberto Ribeiro também é acompanhado neste registo pelo Sexteto Vocal da Emissora Nacional” Com um abraço ao Miguel Ângelo pelo seu belo trabalho em prol da Música Portuguesa, a ele dedico este vídeo. Américo

Posted in 1.

Mercês da Cunha Rego – Fado da Alegria

Mercês da Cunha Rego no fado Bailado de Alfredo Marceneiro a música e poema de Vasco de Lima Couto com o título “Fado da Alegria” No acompanhamento estão na guitarra portuguesa : Raul Nery e Fontes Rocha, na Viola Júlio Gomes e na viola baixo Joel Pina – Um abraço a todos. Américo