Lucília do Carmo – Uma Saudade

Estou de volta, com outro vídeo dessa Grande Senhora e enorme Fadista que foi Lucília do Carmo, figura cimeira do Fado, de voz inconfundível e de dicção impar. Sinto grande satisfação por trazer aos novos estas figuras que muito podem ensinar, ao mesmo tempo que é dever nosso recorda-los. — Silencio Senhores : canta Lucília do Carmo. Um abraço. Américo

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Fado – Um Poema de José Fernandes Castro

 

Volto a Cantar – José Fernandes Castro, que tem poemas lindos para Fado, e que devem ser cantados: Escolhi a melodia do Fado das Tamanquinhas, por no meu entender se casar lindamente com o poema. O vídeo tem capa fotográfica e montagem do meu amigo António Gonzaléz Serrano, e fotografias da nossa amiga Filomena Franco. A todos obrigado e aquele abraço. Américo
 

José Coelho / A saudade de um Amigo

  – Recordo com muita emoção o José Coelho, companheiro do Fado naquela Benguela que tanto amávamos e de grandes noitadas de Fado e Saudade. Andava há muito para este meu pequeno trabalho, em sua memória e logo com o Fado que ele sempre abria as suas actuações. Este “Pedro Rodrigues” com uma dicção espectacular .Uma noitada no Alto Catumbela, cantamos até ás cinco da manha e o Zé sempre no castiço, e na linha da frente. Era o mais velho de nós, mas um grande amigo colega e companheiro. Uma lágrima de Saudade amigo, e onde te encontres recebe toda a nossa gratidão e Paz á tua alma. Américo

Katia Guerreiro / Lisboa

Bonita canção sobre Lisboa de Charles Aznavour , aqui cantada pela Fadista Katia Guerreiro.
Este vídeo foi-me pedido a sua edição pelo meu amigo António Gonzaléz Serrano, de quem são as fotografias de Kátia Guerreiro. Um abraço Américo

Momento para a Saudade – Joaquim Silveirinha

Momento para a Saudade ao recordar Joaquim Silveirinha, grande Fadista de sua época, lembra-me bem, quando rapaz novo, de tanto o ouvir na rádio, este Senhor de uma vocalidade espantosa e de uma dicção ímpar, onde ao deslizar pelo poema, todo o verso se entendia e depois aquela voz com mestria dava ao Fado o encanto rigoroso que o mesmo Fado requer. Foi com muita saudade, que vesti este seu “Chamou-me Louco” com imagens que procurei ilustrar conforme decorria o seu cantar. Joaquim Silveirinha, foi Fadista profissional além de mecânico de construção naval, profissão que nunca deixou e motorista de praça em Lisboa, e á noite ia para o Fado. Deixou-nos em 1975, aos 50 anos de idade e quando muito tinha para dar ao Fado, á família e aos seus amigos. Paz a sua alma. Um abraço. Américo

Recordando Amália

Gostaria de dedicar este vídeo, a Paulo Conde neto do saudoso Carlos
Conde, grande poeta, que tantos poemas de fado deixou para os fadistas, do seu tempo, para os de agora e ainda para os de amanha.
Pelo que sei e tenho lido, o seu neto tem sido incansável em avivar a memória e obra de seu avô.
Caro Paulo com abraço e o agradecimento pelo seu trabalho, junto este meu” pequeno nada” com este fado bonito cantado por Amália que seu avô
compôs a letra. Américo